Index de confiance
Score de 0 à 100 qualifiant un ACTEUR, agrégé depuis ses preuves vérifiables : attestations ancrées 30 %, certifications 27 %, audits HACCP 18 %, transparence carbone 15 %, recommandations B2B 10 %. Recalculé à la demande — la fraîcheur est ce qui le rend crédible. Paliers : platinum ≥ 85, gold ≥ 70, silver ≥ 50, bronze ≥ 25, sinon non noté.
À ne pas confondre avec
- Score de transparence
Score de 0 à 100 mesurant ce qu'un producteur EXPOSE, non ce qu'il vaut : complétude du profil 20 %, lots signés sur douze mois 30 %, certifications valides 30 %, récence de l'activité 20 %. Un producteur irréprochable mais silencieux y sort bas — c'est voulu, la mesure porte sur la divulgation.
- Score de preuve (découverte)
Score d'ORDONNANCEMENT calculé depuis les seuls champs déjà chargés d'une fiche, pour trier une liste de résultats sans lire un magasin par entité. Il partage l'échelle de paliers des autres scores mais pas leurs entrées : pour une même fiche, il peut différer du score de transparence. La pastille de liste est donc libellée « preuve », jamais « transparence ».
- Capital de confiance
Agrégat par détenteur des attestations signées qu'il a accumulées : un volume, pas une note. Là où l'index de confiance pondère et normalise sur cent, le capital de confiance compte ce qui a été produit et le rend visible dans l'espace de travail de son propriétaire.
Ce que dit le blog
- O mercado dos limões: o que Akerlof diz sobre a rastreabilidade
A teoria do «mercado dos limões» de George Akerlof (Prémio Nobel 1970) explica porque, sem prova, a qualidade invisível de um produto acaba paga ao preço médio — e como a rastreabilidade lhe responde.
- Porque é que os rótulos já não convencem ninguém
Michael Spence (Nobel 2001), a sinalização onerosa, e o que distingue uma prova de uma promessa: porque um rótulo que toda a gente pode apor já não sinaliza nada — e como a prova muda o jogo.
- Quem seleciona, quando ninguém prova?
Joseph Stiglitz (Nobel 2001), o screening, e porque a soberania alimentar começa pela verificação: quando o vendedor não sinaliza, é o comprador que organiza a seleção.
- Porque é que o pomar não é plantado
Oliver Williamson: ativo específico, transformação fundamental, hold-up. O verdadeiro custo da opacidade não está nos litígios — está nos pomares que faltam.
- Ninguém faz batota, e é precisamente esse o problema
John Nash, o dilema do prisioneiro e a caça ao veado: porque é que uma cadeia alimentar inteira se coordena no preço sem que nenhum dos seus atores se porte mal.
- Ontem estava tudo muito bem
O peru de Taleb, a otimização que esconde a sua troca, a aviação que aprende: porque uma cadeia opaca quebra em silêncio, e depois de repente.
- La moelle inventée
Mirapolis avait dressé un Gargantua de 33 mètres. Rabelais avait prévenu : le risque n’est pas seulement de rester à la surface, c’est d’inventer le fond.
- Não se tranquiliza. Sai-se do medo.
Não se combate um medo com outro medo: porque tranquilizar nunca basta e como a prova permite sair da desconfiança alimentar.
Où c'est mis en œuvre
lib/trust-index.ts